terça-feira, 4 de março de 2025

марена 12


 

assim como o útero da mãe nos sustenta por meses...a inveja por ter falhado...nos prepara...não para o útero em si...mas para a vida...enforcada e esquecida...assim também...por meio de nossas vidas...assassinada e preparada para outro nascimento...portanto...aguarde sem medo a hora marcada...a última hora do corpo...o não acordar...reconhecer que nada mudou...mas não da alma... aquele dia...que você teme como sendo o fim de todas as coisas...são cinzas do aniversário da inveja em sua eternidade.*fim de cena*

марена 11


 

está tudo dentro a minha cabeça... tenho o poder de fazer as coisas parecerem difíceis ou fáceis ou até mesmo divertidas...a escolha é minha...meus desejos interiores...viagem além dos assentamentos onde nasceram...os queimados vivos...para se aventurarem na paisagem em busca de aventura...mortos...ao nada é tão lamentável e nocivo como o antecipar das desgraças...mudança ao reconhecimento...estar acordada...a inveja dedica-se a esperar o futuro apenas por não saber viver o presente.

марена 10


 

dentro ao micélio me associar a pessoas que me farão ser melhor...carrego o símbolo...e dou boas-vindas àqueles que serão e desejam melhorar...o ser desprezado por isso...em que o processo é mútuo... onde quer que haja a inveja...há uma oportunidade para uma gentileza...as pessoas aprendem enquanto ensinam...e finalmente chegou ao fim...fio de lâmina...riqueza escrava da sabedoria...caninos brancos e ponta lâmina mestre à tola...

марена 09


 

e assim é que as cinzas procuram brasas...traços de caráter...e o mais poderoso é aquele que governa a si mesmo...ou levam à ruína... a maldição ao mundo...em troca do prolongar ao imediato...o melhor do saber quando falar e quando ficar calado...fundamento ao egoísmo encontrar um caminho ou criar um...colocando a sobrevivência de um mundo além de si mesmo...e retirar-se para dentro de si o máximo possível...odor de carniça...em estar com pessoas melhores do que eu...adentrando os pântanos.

марена 08


 sofrem mais a imaginação do que na realidade...a inveja não se define...é sentido...quando o elo de fogo é ameaçado...os sinos dobram...desenterrando os antigos senhores das cinzas de seus túmulos...das profundezas...legião de mortos-vivos...vigilantes do abismo...e o recluso senhor do profano...senhor da gigante verdade...o abandono de seus tronos...em meu nome...a inveja...as bonecas incendiadas se levantarão...mortos-vivos anônimos e amaldiçoados...incapazes até mesmo de serem cinza.

марена 07


 

os deuses que deram fogo ao mundo são apenas artesões...é parte da cura o desejo de ser curado...sobreviver...a arrogância e derrubar as mais terríveis aflições sobre aqueles que não têm poder...a inveja é considerada pelas pessoas comuns como verdadeira...com a horrível inevitabilidade de que a vida segue a morte...pelos sábios como falsa...coisas mais feias e poderosas emergem das sombras...e pelos governantes como útil...cobiçando almas...carne...calor... qualquer coisa para facilitar a existência à fumaça negra.

 

марена 06


 

o mundo está fechado...não tropece em nada atrás de você...sufocada pela neblina e pela escuridão...os homens e mulheres ao seu redor...sofrem mais na imaginação do que na realidade...cascas vazias do que antes respiravam e sorriam... desconfie aquele que insiste em uma ação na qual ele próprio não corre risco algum...como seres humanos consumidos.

марена 05


 

não é porque as coisas são difíceis que não ousamos...a terra foi lavada com sangue...é porque não ousamos que as coisas são difíceis...o retornar à vida... expor-se  em carne humana...abandonando as trevas honesta...selvagem boneca...assumida aparência...feita em palha e chamas...ao desejo do observador...

марена 04


 

o maior obstáculo à vida é a expectativa...devemos dar como gostaríamos de receber...ela está se aproximando e não vem sozinha...alguns cães a seguem...alegremente...colocar marena como musa e inveja...responder rapidamente e sem hesitação...a morte...ao lugar da inveja?...acreditam que não há graça em um benefício que gruda nos dedos.

марена 03


 

antes vamos lhe apresentar nosso amigo com crina semelhante à descrição da hiena-riscada...ele deve me seguir em sombra...a calda dançando...lhe diz...seja bem vinda...da memória e reminiscência...apressa-te a viver bem e pensa que cada dia é...por si só...uma vida...ela é amiga...e se oferece para ser a inveja.

Álbum - Bloco na Rua

марена 02


 

não voltar é apenas imitação da minha natureza...alguém deve ficar em meu lugar...o importante sobre um problema não é a sua solução...mas a força que ganhamos ao encontrá-la...da sensação e do sensível animalium...

марена 01


 

imagino que devemos começar com a musa inveja... uma mulher bonita não é aquela de quem se elogiam as pernas ou os braços...mas aquela cuja inteira aparência é de tal beleza que não deixa possibilidades para admirar as partes isoladas...

марена 01


 

reerguer o templo implica em trazer as musas de volta...minha arte é o não mais voltar...não inquieto os homens e...sim minha opinião...o maior obstáculo à vida é a expectativa...vive de imediato!

musenemosyne 00


 

reerguer o templo implica em trazer as musas de volta...

ōgon bat 07

   estudo desenho de interior banheiro...paredes e tijolos de vidros blindados e cor...casa com pet...limpeza e ergonomia...releitura hulk...